Expressão Urbana SP

.só não vê quem não quer.

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Acreditamos no potencial provocativo da arte e das transgressões urbanas, a favor da ressignificação dos espaços e da maneira que ocupamos a cidade.

Esse processo de transformação da maneira com que percebemos os trajetos - muitas vezes cotidianos - é uma das qualidades únicas de nossos tours. Sem dúvida, você nunca mais irá olhar para a cidade da mesma forma.

As cores e formas que habitam as paredes da cidade têm grande potencial de melhorar a qualidade de vida, na maior cidade da América do Sul. Nossa missão é treinar o olhar para podermos ver a cidade de forma mais ampla, aproveitando melhor a vivência cotidiana do caos urbano.

Entendemos a arte urbana como criação e concretização de um repertório alegórico típico de cada território da cidade, em contraponto às cicatrizes deixadas pela ocupação caótica da terra.

Além disso, ressaltamos que as interferências plásticas possibilitam ao ser humano criar, em função das suas experiências e vivências pessoais, identificações simbólicas com o território inexoravelmente desigual.

O que observamos no momento presente culmina de um processo de produção e reprodução da cultura hip-hop, que tem como um de seus pilares o graffiti. Vem também de movimentos de manifestações extremamente autênticas e transgressoras: pixações, tags, bombs - que unem arte e destruição de maneira singular, interessante e assustadoramente subestimada.

Sem pretender levar uma resposta pronta aos convidados, estimulamos a discussão fundamentada a respeito das fronteiras - muitas vezes, porosas e tênues - entre a arte e a transgressão urbanas.

O que é graffiti? Qual sua diferença para uma pixação? Pixação ou pichação? Como, onde e quando ela surgiu? E o grapixo? Um graffiti feito numa galeria continua sendo graffiti? O apoio institucional deslegitima ou transforma a ação que se pretende transgressora? Como isso acontece?

Essas e muitas outras perguntas são debatidas nos nossos trajetos. Só não vê quem não quer.